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DÉCADA DE 60: TEMPO PARA CRESCER

Guias Mutantes: 50 Anos de Grande Prémio de Macau

Realizado pela primeira vez em Novembro de 1954 como uma corrida para amantes locais do desporto automóvel, o Grande Prémio de Macau veio a transformar-se naquele que muitos consideram a melhor prova em circuito urbano do mundo. Seguidamente, apresentamos alguns dos pontos altos dos últimos 50 anos.


DÉCADA DE 60: TEMPO PARA CRESCER

1960
Pela primeira vez, o Grande Prémio de Macau, fez parte do calendário internacional de provas automobilºsticas na qualidade de "corrida nacional com participação estrangeira", sendo, também pela primeira vez, realizado de acordo com os regulamentos da FIA relativos a automóveis de desporto e grande turismo. O piloto escocês Martin Redfern, no seu Jaguar XK SS, venceu o sétimo Grande Prémio de Macau com um tempo de 3:27:24.4. O segundo posto foi para o americano Grant Wolfkill, num Porsche Spyder, enquanto o terceiro foi para o inglês Jan Bussell, num Ferrari Monza. Na prova o recorde da volta foi batido 11 vezes - quatro por Redfern, duas por Bussel e cinco por Wolkill, que veio a estabelecer a volta mais rápida com 3:17.20.

1961
Peter Heath, da Tailândia, que, juntamente com Chan Lye-choon, quase que era excluído da prova quando os inspectores reprovaram os seus carros, acabou por vencer o oitavo Grande Prémio de Macau num Lotus 15. 26 segundos depois, cortou a meta Bill Baxter no seu novo Jaguar E-Type, enquanto Heinz Gosslar, em Porsche Carrera, terminou em terceiro, com uma volta de atraso.

1962
Na sua segunda aparição em Macau, o popular filipino Arsenio "Dodgie" Laurel venceu o Grande Prémio com um Lotus 22 Ford FJ e estabeleceu a volta mais rápida com 3:10.1. Em segundo lugar ficou Don Bennett, num Lotus S7, e em terceiro ficou Albert Poon, de Hong Kong, na primeira das suas inúmeras participações no Grande Prémio de Macau.

1963
Com a sua vitória de 1963, Dodgie Laurel tornou-se no primeiro piloto a vencer dois Grandes Prémios consecutivos. O seu Lotus foi também o carro mais rápido de sempre no circuito da Guia, atingido uma velocidade máxima de 118 km/h a meio da corrida. Embora com um atraso de quatro voltas, os Jaguar E-Type de Bill Baxter e Teddy Yip classificaram-se em segundo e terceiro lugares respectivamente.


1964
O 11Grande Prémio de Macau foi dominado pela Lotus. O primeiro lugar foi para Albert Poon, em Lotus 23, o segundo foi para John Kirk, em Lotus Elan, e o terceiro para Steve Holland, em Lotus 18 Ford FJ. O campeão de ralis argentino venceu a Corrida de Carros de Produção, de 60 voltas, num Mercedes 300 SE.

1965
Do recorde de 40 inscrições recebidas, só 24 viriam a iniciar o Grande Prémio de 1965. A vitória veio a pertencer ao proprietário de garagens de Hong Kong, John Kirk, num Lotus 18. Em segundo lugar e não muito distante, ficou o produtor cinematográfico Grant Wolfkill, num Jaguar E-Type, enquanto o terceiro lugar foi para o Tenente Aviador Tony Goodwin, em Lotus Elite. Albert Poon estabeleceu a volta mais rápida antes de ser forçado a desistir.

1966
Em 1966, a fama do Grande Prémio de Macau já tinha chegado à Europa e, pela primeira vez, um piloto "importado", o italiano Mauro Bianchi, venceu a prova. Bianchi, num Renault Alpine, percorreu as 60 voltas ao circuito da Guia num tempo de 3:12:33.30, estabelecendo a volta mais rápida com 2:59.80. Albert Poon bateu também o recorde de participações no Grande Prémio, classificando-se em segundo lugar com um Lotus 23, enquanto o piloto japonês Shintiro Taki, em Porsche Carrera, terminou em terceiro.

1967
A primeira edição do Grande Prémio de Macau em Motas foi ganha pelo japonês Hiroshi Hasegawa, tripulando uma Yamaha RD 56, que percorreu as 30 voltas ao circuito em 1:53:34.0. O Grande Prémio teve também a sua primeira fatalidade quando o carro pilotado pelo favorito Dodgie Laurel embateu e se incendiou. A prova não foi interrompida, embora Teddy Yip se tenha retirado por solidariedade, vindo a ser ganha por Tony Maw, da Malásia, num Lotus 20B.

1968
Com o aparecimento dos pilotos japoneses Osamu Mochizuki e Osamu Masuko, nos seus bem preparados Mitsubishi Colt Fórmula 2, a prova teve os seus primeiros e verdadeiros monolugares. Albert Poon num Brabham Alfa fez a volta mais rápida dos treinos, enquanto os dois Mitsubishi ficavam logo a seguir na grelha de partida do Grande Prémio de 45 voltas. Poon comandou grande parte da prova, mas uma avaria na embraiagem deu o comando e a vitória a Jan Bussel, de Singapura, num Brabham F2. O Grande Prémio de Macau de Motas teve como vencedor o japonês voador Hiroshi Hasegawa.

1969
John MacDonald tornou-se no primeiro e no único piloto a vencer o Grande Prémio de Macau (1965) e o Grande Prémio de Macau de Motas. Pilotando uma Yamaha, o tempo de MacDonald para as 30 voltas ao circuito foi de 1:45:31.50. O australiano Kevin Bartlett venceu o 16o Grande Prémio de Macau no seu Mildren Waggott, estabelecendo o recorde da volta mais rápida com 2:39.03.














 
 
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